ABOUT US
vem atuando no mercado com ênfase na área de musica e artes visuais , tornando-se assim mais do que apenas um núcleo musical e artístico, sempre se preocupando em inovar no mercado multimídia e ainda se adaptando aos mais diversos ambientes e espaços, vem desempenhando grande papel no mercado , pois conta com a parceria de uma rede internacional de profissionais e colaboradores, entre artistas, músicos, produtores, técnicos de áudio, pesquisadores e programadores.
Nossa proposta consiste em uma experiência direcionada para diminuir as distâncias entre as linguagens multimídias e manifestações nos diversos segmentos da arte e tecnologia desenvolvidos atualmente no mercado.
Atuamos nas mais diversas áreas representadas por estes profissionais podemos citar como os principais focos de mercado: Áudio, Música, Vídeo-Arte, Artes Plásticas, Design, Animação, Fotografia, Cinema, Internet, Arquitetura, Cenografia, Tecnologias e Mídias Analógicas e Digitais em geral.
Através de nós você pode escolher dentre os diferentes estilos musicais, gráficos e artísticos disponíveis, aqueles que melhorem se adaptarem às mensagens que serão transmitidas. Você também poderá estar trazendo para nós o seu próprio conteúdo, estilo, identidade visual e conceitos que iremos a partir disto desenvolver e integrar à mídia interativa para exposição no formato desejado.
O alcance desta união abrange diversas escolas, da Clássica à Contemporânea passando por diversos estilos e linguagens conferindo assim grande versatilidade artística e tecnológica para a produção dos conteúdos envolvidos, e caminhando em busca da cooperação como ponte entre a diversidade de manifestações culturais, sociais e artísticas presentes em nossa vida no dia de hoje.
EXEMPLOS DE APLICAÇÃO DE AUDIO E MULTIMÍDIA INTERATIVA
– Entretenimento de público
- Festas, feiras e eventos
- Performances Musical-Audiovisuais (Shows, teatros).
- Galerias de arte ( vernissagens , exposições fixas ou temporárias)
- Vídeo Clipe interativo para Cds de música
- Produção de vinhetas
- Arquivo consultável multimídia
- Central informativa Multimídia
- Introdução e divulgação de campanhas
CONCEITO GERAL
Multimídia é a combinação, controlada por computador, de pelo menos um tipo de media estático (texto, fotografia, gráficos), com pelo menos um tipo de media dinâmico (vídeo, áudio, animação)
Pode-se chamar multimídia o uso de tecnologias como suporte digital para criar, manipular, armazenar e pesquisar conteúdos, uma ciência-arte que atua na percepção, colocando o usuário em um mundo virtual que pode ser desvendado por ele próprio. A participação baseia-se na percepção do expectador enquanto ser social que passa a interagir libertando impulsos físicos no conceito do comportamento de estímulo e resposta.
Interatividade resume, de certa forma, tudo o que de diferente é atribuído às novas tecnologias da informação e da comunicação por diferentes autores em função das suas posições teóricas.
Pode-se dizer então que a grande contribuição das novas tecnologias de informática e comunicação é que, ao mesmo tempo que elas rompem as barreiras espaço-temporais possibilitando a comunicação à distância e em tempo real de múltiplos sujeitos geograficamente dispersos, fornecem estruturas técnicas para a comunicação e o acesso à informação em rede. A possibilidade de trabalho em rede, tanto como estrutura de acesso e tratamento da informação quanto como estrutura de intercâmbio e de atividade colaborativa, constitui, sem dúvida alguma, a grande qualidade dessas tecnologias.
Tecnologia (do grego τεχνη — “ofício” e λογια — “estudo”) é um termo que envolve o conhecimento técnico e científico e as ferramentas, processos e materiais criados e/ou utilizados a partir de tal conhecimento .
Qualificações
Possuímos como principais características à inovação, procurando sempre criar um diferencial nos trabalhos mostram o que há de novo no mercado de multimídia, desta forma criamos uma mistura de informação multimídia, música, arte visual e conceitos digitais.
Desenvolvemos trabalhos na área de eventos artísticos, com ênfase em comportamento contemporâneo, mostrando realidades que ganharam espaço nos últimos anos, de intervenções urbanas tomaram dimensões de grandes galerias, estúdios de arte, agencias de publicidade e marketing cultural sempre mantendo as características originais dos artistas e os proporcionado novas dimensões para seus trabalhos.
Uma de nossas principais funções é escrever , desenvolver e executar projetos com ênfase em Mecenato e na lei Rouanet de incentivo a cultura.
OBJETIVO GERAL
Nosso site é uma ferramenta de multimídia fundamental e essencial para a apresentação de nossos conceitos , formando assim conteúdo de fácil acesso para o publico em geral sendo ele formador de opinião ou apenas pessoas interessadas no assunto . Tentamos mostrar de uma maneira simples e inovadora atualidades do cotidiano .
MUSICA
A música é uma arte formulário cuja média é de som e silêncio. Elementos comuns de música são tom (que rege a melodia e harmonia ), ritmo (e os seus associados conceitos ritmo , metro , e articulação ), dinâmica , e as qualidades sonoras de timbre e textura . A palavra deriva do grego μουσική (mousike; “arte do Musas “).
A criação, desempenho , significado, e até mesmo a definição da música variam de acordo com a cultura eo contexto social. Música varia de composições estritamente organizado (e sua recreação no desempenho), através da música de improvisação para aleatórios formas. A música pode ser dividido em gêneros e subgêneros , embora as linhas divisórias e as relações entre géneros musicais são muitas vezes sutis, às vezes abertas à interpretação individual, e ocasionalmente controversas. Dentro ” das artes “, a música pode ser classificada como uma arte de palco , uma arte , e arte auditiva. Há também uma forte ligação entre música e matemática .
Para muitas pessoas em muitas culturas, a música é uma parte importante do seu modo de vida. filósofos gregos e antigos filósofos indianos definiu a música como tons ordenou na horizontal como na vertical como melodias e harmonias. Palavras comuns como “harmonia das esferas” e “isso é música para meus ouvidos” apontam para a noção que a música muitas vezes é ordenada e agradável de ouvir. No entanto, no século 20 o compositor John Cage achava que qualquer som pode ser música, dizendo, por exemplo, “Não há barulho , apenas o som. ” musicólogo Jean-Jacques Nattiez resume o relativista, ponto de vista pós-moderno: “O fronteira entre a música eo ruído é sempre culturalmente definidas, o que implica que, mesmo dentro de uma única sociedade, esta fronteira nem sempre passam pelo mesmo lugar, em suma, é raro haver um consenso … Por todas as contas não existe um único e conceito universal intercultural que definem o que a música poderia ser.
INTERNET
O advento da Internet tem transformado a experiência da música, em parte através da maior facilidade de acesso à música e à escolha aumentado. Chris Anderson , em seu livro A Cauda Longa: Porque o Futuro dos Negócios é vender menos de mais, sugere que, embora o modelo econômico de oferta e demanda descreve a escassez, o modelo de Internet no varejo baseia-se em abundância. armazenamento Digital custos são baixos, então uma empresa pode dar ao luxo de fazer o seu inventário online disponível toda, dando aos clientes a escolha tanto quanto possível. Tornou-se assim economicamente viável para oferecer produtos que muito poucas pessoas estão interessadas pol conscientização dos consumidores cada vez maior de seus resultados uma maior escolha de uma associação mais estreita entre os gostos musicais e identidade social, ea criação de milhares de nichos de mercado .
Outro efeito da Internet surge com comunidades online como YouTube e MySpace . MySpace fez de redes sociais com outros músicos mais fácil, e facilita muito a distribuição de um musical. YouTube também tem uma grande comunidade de músicos amadores e profissionais que postam vídeos e comentários. Os músicos profissionais também usam YouTube como um editor livre de material promocional. Usuários do YouTube, por exemplo, já não só baixar e ouvir MP3s , mas também activamente criar as suas próprias. De acordo com Don Tapscott e Anthony D. Williams , em seu livro Wikinomics , tem havido uma mudança de um papel do consumidor tradicional para o que chamam de ” prosumer “papel, o consumidor que cria e consome. Manifestações desta na música incluem a produção de mashes , remixes e vídeos de música pelos fãs.
COPYLEFT
Copyleft é uma forma de usar a legislação de proteção dos direitos autorais com o objetivo de retirar barreiras à utilização, difusão e modificação de uma obra criativa devido à aplicação clássica das normas de propriedade intelectual, exigindo que as mesmas liberdades sejam preservadas em versões modificadas. O copyleft difere assim do domínio público, que não apresenta tais exigências. “Copyleft” é um trocadilho com o termo “copyright” que, traduzido literalmente, significa “direitos de copia”.
Richard Stallman popularizou o termo copyleft ao associá-lo em 1988 à licença GPL. De acordo com Stallman o termo foi-lhe sugerido pelo artista e programador Don Hopkins, que incluiu a expressão “Copyleft – all rights reversed.” numa carta que lhe enviou. A frase é um trocadilho com expressão “Copyright – all rights reserved.” usada para afirmar os direitos de autor.
Uma obra, seja de software ou outros trabalhos livres, sob uma licença Copyleft requer que suas modificações, ou extensões do mesmo, sejam livres, passando adiante a liberdade de copiá-lo e modificá-lo novamente.
Uma das razões mais fortes para os autores e criadores aplicarem copyleft aos seus trabalhos é porque desse modo esperam criar as condições mais favoráveis para que mais pessoas se sintam livres para contribuir com melhoramentos e alterações a essa obra, num processo continuado.
ARTE
A definição de arte varia de acordo com a sociedade e a época. Ela muda conforme as necessidades de cada civilização, que pode separar ou não a arte, como é entendida hoje na civilização ocidental, do artesanato, da ciência, da religião e da técnica no sentido tecnológico. Assim, entre os povos ditos primitivos, a arte, a religião e a ciência estavam juntas na figura do xamã, que era artista (músico, ator, poeta, etc.), sacerdote e médico. Originalmente, a arte poderia ser entendida como o produto ou processo em que o conhecimento é usado para realizar determinadas habilidades.
Este era o sentido que os gregos, na época clássica (séc. V a.C.), entendiam a arte: não existia a palavra arte no sentido que empregamos hoje, e sim “tekné”, da qual se originou a palavra “técnica” nas línguas neolatinas. Para eles, havia a arte, ou técnica, de se fazer esculturas, pinturas, sapatos ou navios.
No sentido moderno, também podemos incluir o termo arte como a atividade artística ou o produto da atividade artística. Tradicionalmente, o termo arte foi utilizado para se referir a qualquer perícia ou maestria, um conceito que terminou durante o período romântico, quando arte passou a ser visto como “uma faculdade especial da mente humana para ser classificada no meio da religião e da ciência”.
A arte existe desde que há indícios do ser humano na Terra. Ao longo do tempo, a função da arte tem sido vista como um meio de espelhar nosso mundo (naturalismo), para decorar o dia-a-dia e para explicar e descrever a história e os diversos eu que existem dentro de um só ser (como pode ser visto na literatura), e para ajudar a explorar o mundo e o próprio homem.
Estilo é a forma como a obra artística se mostra, enquanto que Estética é o ramo da Filosofia que explora a arte como fundamento.
Uma obra artística só se torna conhecida quando algo a faz ficar diante de um dos sentidos do ser humano. Os avanços tecnológicos contribuem de uma forma colossal para criar acessibilidade entre a pessoa que deseja desfrutar da arte e a própria arte. A pessoa e a obra se unem então, por diversos meios, como os rádios (para a música), os museus (para pinturas, esculturas e manuscritos), e a televisão, que talvez seja, entre esses itens citados, o que mais capacidade tem para levar a obra artística a um número grande de interessados, por utilizar diversos sentidos (visão, audição) e por utilizar também satélite. A própria Internet é fonte de transmissão entre a obra e o interessado, com sites (que distribuem E-books e por softwares especializados em conectar o computador do usuário a uma rede com diversos outros computadores.
Entretanto, exploradores, comerciantes, vendedores e artistas de público (palhaços, malabaristas, ator, etc.) também costumam apresentar ao público as obras, nos mais diversos lugares, de acordo com suas funções. A arqueologia transmite idéias de outras culturas; a fotografia é uma forma de arte e está acessível por todos os cantos do mundo; e também por almanaques, enciclopédias e volumes em geral são possíveis conhecer a arte e sua história. A arte está por todos os cantos, pois não se restringe apenas em uma escultura ou pintura, mas também em música, cinema e dança.
O ser que faz arte é definido como o artista. O artista faz arte segundo seus sentimentos, suas vontades, seu conhecimento, suas idéias, sua criatividade e sua imaginação, o que deixa claro que cada obra de arte é uma forma de interpretação da vida.
A inspiração seria o estado de consciência que o artista atinge, no qual vê a percepção, a razão e emoção encontram-se combinados de forma parte para realizar suas melhores obras. Seria o insight de algumas teorias da psicologia.
Ernst Gombrich, famoso historiador de arte, afirmou que nada existe realmente a que se possa dar o nome de Arte. Existem somente artistas.
Arte é um fenômeno cultural. Regras absolutas sobre arte não sobrevivem ao tempo, mas em cada época, diferentes grupos (ou cada indivíduo) escolhem como devem compreender esse fenômeno.
Arte pode ser sinônima de beleza, ou de uma beleza transcendente. Dessa forma, o termo passa a ter um caráter subjetivo, qualquer coisa pode ser chamada de arte, desde que alguém a considere assim, não precisando ser limitada à produção feita por um artista. Como foi mencionada, a tendência é considerar o termo arte apenas relacionado, diretamente, à produção das artes plásticas.
Os historiadores de arte buscam determinar os períodos que empregam certo estilo estético, denominando-os por ‘movimentos artísticos’. A arte registra as idéias e os ideais das culturas e etnias, sendo assim, importante para a compreensão da história do Homem e do mundo.
Formas artísticas podem extrapolar a realidade, exagerar coisas aceitas ou simplesmente criar novas formas de se observar a realidade.
Em algumas sociedades, as pessoas consideram que a arte pertence à pessoa que a criou. Geralmente consideram que o artista usou o seu talento intrínseco na sua criação. Essa visão (geralmente da maior parte da cultura ocidental) reza que um trabalho artístico é propriedade do artista. Outra maneira de se pensar sobre talento é como se fosse um dom individual do artista. Os povos judeus, cristãos e muçulmanos possuem esta visão sobre a arte.
Outras sociedades consideram que o trabalho artístico pertence à comunidade. O pensamento é levado de acordo com a convicção de que a comunidade deu ao artista o capital social para o seu trabalho. Nessa visão, a sociedade é um coletivo que produz a arte através do artista, que apesar de não possuir a propriedade da arte, é visto com importância para sua concepção. Existem contradições quanto à honra ou ao gosto pela arte, indicando assim o tipo de moral que a sociedade exerce.
Também pode ser definido, mais genericamente, como o campo do conhecimento humano relacionado à criação e crítica de obras que evocam a vivência e interpretação sensorial, emocional e intelectual da vida em todo o seu aspecto. A verdadeira essência da arte e a do artista poder transformar a realidade de acordo com seus ideais e pensamentos.
Utilidade
Uma das características da arte é a dificuldade que se tem em conferir-lhe utilidade. Muitas vezes esta dificuldade em encontrar utilidade para a arte mascara preconceitos contra a arte e os artistas.
O que deve ser lembrado é que a arte não possui utilidade, no sentido pragmatista e imediatista de servir para um fim além dele mesmo. Assim, um quadro não “serve” para outra coisa, como um desenho técnico, como uma planta de engenharia, por exemplo, serve para que se construa uma máquina. Mas isso não quer dizer que a arte não tenha uma função.
A arte possui a função transcendente, ou seja, manchas de tinta sobre uma tela ou palavras escritas sobre um papel simbolizam estados de consciência humana, abrangendo percepção, emoção e razão (segundo Charles S. Peirce, fundador da semiótica). Essa seria a principal função da arte.
A arte também é usada por terapeutas, psicoterapeutas e psicólogos clínicos como terapia. Nise da Silveira foi uma importante psiquiatra brasileira, aluna de Carl Jung, que utilizou com sucesso em seus pacientes, a partir de 1944, a arte a partir da terapia ocupacional. Graças a este trabalho, fundou o Museu do Inconsciente, em 1952, no Rio de Janeiro.
A arte pode trazer indícios sobre a vida, a História e os costumes de um povo, inclusive dos povos e nações já extintos. Assim, conhecemos várias civilizações por meio de sua arte, como a egípcia, grega antiga e muitas outras. A História da Arte é a disciplina que estuda as manifestações artísticas da humanidade através dos séculos.
Grafite e outros tipos de arte de rua são gráficos e imagens pintadas por spray. São vistos pelo público em paredes de edifícios, em ônibus, trens, pontes e, normalmente sem permissão do governo. Este tipo de arte faz parte de diversas culturas juvenis. São comumente usadas para a expressão de opiniões sobre política, e outras vezes trazem mensagens de paz, de amor e união.
A arte como qualquer outra manifestação cultural humana, pode ser utilizada para a coesão social, reafirmando valores, ou os criticando.
Assim, a arte é utilizada como instrumento de moralização, doutrinação política e ideológica, assim como ferramenta na educação em vários campos do conhecimento, desde o ensino básico até o treinamento de funcionários em empresas. Segundo a sistematização de conhecimento artístico e fisiológico sobre o funcionamento do cérebro realizado por Betty Edwards, principalmente a partir de sua obra Desenhando com o lado direito do cérebro, as habilidades artísticas são regidas pelo lado direito do cérebro, e a lógica e outras habilidades ligadas à racionalidade são regidas pelo lado esquerdo. A utilização da arte como ferramenta pedagógica seria uma forma de utilizar os dois lados do cérebro, de forma complementar para um aprendizado mais eficaz.
As obras de arte também podem fazer críticas a uma sociedade. Les Misérables, de Victor Hugo, é um exemplo de obra literária que critica a sociedade francesa do início do século XIX. A obra do pintor espanhol Goya, Os fuzilamentos de 5 de novembro são outro exemplo disso.
A interpretação da obra depende do observador. Portanto, inversamente a própria subjetividade da arte demonstra a sua importância no sentido de facilitar a troca e discussão de idéias rivais, ou para prestar um contexto social em que diferentes grupos de pessoas possam reunir e misturar-se.
Formas, gêneros, mídias, e estilos
As artes criativas são muitas vezes divididas em mais categorias específicas, tais como artes decorativas, artes plásticas, artes do espetáculo, ou literatura. Assim, por exemplo, pintura é uma forma de arte visual, e a poesia é uma forma de arte literária.
Uma forma de arte é uma forma específica de expressão artística para tomar, é um termo mais específico do que arte em geral, mas menos específico do gênero.
As mídias (meios) para uma obra de arte ser contruída são as mais diversas. Precisa-se de materiais propícios para ela ser realizada pelo artista. Assim, por exemplo, pedra e bronze são duas mídias capazes de contruir uma obra de arte, como, no caso, uma escultura. A música e a poesia usam o som, a pintura usa tintas, telas, cores, óleo.
Detalhe da famosa pintura Mona Lisa, onde Leonardo da Vinci utilizou o sfumato, um tipo de material para dar sensação de forma, volume e profundidade. Repare os lábios e as bochechas.
Um estilo de arte digital, onde o material usado é completamente diferente do material que se usa para uma tela.
Um gênero artístico é o conjunto de convenções e estilos dentro de uma forma de arte e mídia. Por exemplo, o Cinema possui uma gama de gêneros: filmes ocidentais, filmes de horror, comédia, romance. É assim também na literatura. Na música, há centenas de gêneros musicais, que variam de região, cultura e etc., e vão desde rock, até MPB. Na pintura, as correntes de artistas (como o Naturalismo), incluem paisagem ou cotidiano (ruas, pessoas em suas atividades diárias, etc.).
As estruturas compositivas de uma obra (arranjo de formas, cores, ritmo, texturas, e linhas) são as estruturas que expressarão as idéias e as emoções que a obra passar, segundo os olhos do espectador. Diante de um quadro, cada espectador terá uma sensação, de acordo com sua disposição, seus conhecimentos e seus gostos.
Características
A arte tende a facilitar a compreensão intuitiva, em vez de racional, e normalmente é, conscientemente, criada com esta intenção. As obras de arte são imperceptíveis, escapam de classificação, porque elas podem ser apreciadas por mais de uma interpretação.
Tradicionalmente, os maiores sucessos artísticos demonstram um alto nível de capacidade ou fluência dentro de outras obras, por isso se destacam.
Habilidade
Uma escultura do Antigo Egito: Note que o artista precisou utilizar uma percepção da forma que iria fazer para a obra sair com o resultado de um rosto.
A arte pode utilizar a imagem para comover, emocionar, conscientizar; ou palavras profundas para se apaixonar por certo poema ou livro. Basicamente, a arte é um ato de expressar nossos sentimentos, pensamentos e observações. Existe um entendimento de que é alcançado com o material, como resultado do tratamento, o que facilita o seu processo de entendimento.
A opinião comum diz que para se fazer uma arte que tenha como resultado uma obra de qualidade, é preciso uma especialização do artista, para ele alcançar um nível de conhecimento sobre a demonstração da capacidade técnica ou de uma originalidade na abordagem estilística. Notamos nas peças de Shakespeare uma profunda análise de psicologia sobre os personagens, como em Hamlet.
As críticas quanto a algumas obras, deve-se muitas vezes, segundo o crítico, à falta de habilidade ou capacidade necessária para a produção do objeto artístico. Habilidade e capacidade necessária para a produção do tal objeto são dois itens completamente importantes. No entanto, é importante definir que nem toda obra de arte vale através da arte. Vemos, como exemplo, a obra My Bed, da artista britânica Tracey Emin. A cama demonstra desorganização. A artista usou pouco ou nenhum reconhecido tradicional de conjunto de competências, embora tenha demonstrado uma nova habilidade (diferente do mais comum, que seria uma cama arrumada).
A montagem dos materiais de uma obra requer técnica e criatividade e também conhecimento. Um exemplo é um dramaturgo ter em mente que o material que usará para criar sua peça de teatro será a palavra e um aprofundamento sobre as personagens, o enredo e etc. Depois disto, basta usar toda sua criatividade e conhecimento para ir moldando o texto da peça.
Estética
A beleza de uma obra a torna mais destacada se comparada às outras. O material usado pelo artista e suas técnicas são o que tornam uma obra de arte bonita, com uma boa aparência. Entretanto, é importante destacar novamente a obra My Bed, de Tracey Emin, onde a cama não possui uma beleza comum, embora apresente uma situação.
A estética é fundamental numa obra de arte. Vemos como exemplo a arquitetura com seus edifícios majestosos, grandes, esbeltos, o que faz com que as pessoas admirem. Assim é também com um bom conto, em questão de literatura, e com uma boa pintura. Como já foi falado, o material usado é o que irá mostrar a beleza da arte.
É importante ter um estudo mais profundo sobre a estética. Conseguimos isso separando quais conceitos formam a estética, a começar pela beleza. A beleza é uma percepção individual caracterizada normalmente pelo que é agradável aos sentidos. Esta percepção depende do contexto e do universo cognitivo do indivíduo que a observa. O belo depende muito da sociedade e de suas crenças. Um exemplo disto é o quadro Abaporu, de Tarsila do Amaral. Para ela, a figura do quadro era um monstro e para a maioria das pessoas. Mas por quê? Será que por que não corresponde ao padrão de beleza da nossa sociedade? Na época de Leonardo da Vinci, as mulheres eram tidas bonitas quando eram rechonchudas. Exemplo disto é a Mona Lisa.
Outro aspecto da estética é o equilíbrio. O equilibrio se encontra quando todos os elementos que compõe a imagem estão organizados de tal forma que nada é enfatizado, todos passando uma sensação de equilíbrio visual. O equilibrio é mais utilizado nas pinturas. O que influencia o equilibrio são as cores, as imagens, as superfícies, os tamanhos e as posições dos itens presentes na pintura, ou numa outra arte plástica. Reflita sobre um quadro cujo desenho seja um horizonte, o pôr do sol e um lindo mar refletindo a luz alaranjada do sol. No fundo do mar, há um enorme navio, quase ocupando todo o espaço do quadro. Esta figura, o navio, dá ou não dá equilibrio à pintura como um todo? Se não, o que seria necessário fazer para dar mais equilibrio? Por qual motivo a figura do navio é enorme?
Harmonia é relacionada à beleza, à proporção e também à ordem. Um exemplo, é a música: todos os ritmos precisam estar bem delineados, bem ordenados para que haja uma harmonia, uma beleza no som. Quanto ao design, podemos definir harmonia como efeito da composição de formas, não de maneira aleatória, mas de modo que contornos e enchimentos sejam bem definidos, variando segundo um grau de importância pré-estabelecido e se relacionando ao esquema geral da organização do objeto. Este objeto pode ser um quadro, um site, enfim, qualquer entidade que esteja sendo composta por partes (engrenagens) menores.
Na escultura e na arquitetura, a forma também é uma das coisas mais importantes. Nas esculturas de Michelangelo, ou nas de Rodin, como, por exemplo, Davi, notamos que é um ser ali esculpido e este ser possui um corpo. Portanto, a forma do corpo precisa ser bem definida, bem adquirida para que se assemelhe a um corpo humano. NO entanto, se o escultor for esculpir um monstro, como exemplo, é preciso haver a mesma coisa, embora ele tenha em mente um corpo totalmente diferente do comum.
O que define uma obra como esteticamente bonita e importante, além dos recursos que fora usado nela e de suas técnicas, é também seu valor, o que veremos a seguir.
Outra característica da arte é o valor. Esta vem depois de sua realização pelo artista. É quando já está exposta ao público. Aqui, não é discutido especialmente a estética, e sim o valor relacionado à importância da obra, segundo a maioria. Podemos exemplificar esse raciocínio com a seguinte pergunta: por qual motivo o quadro Mona Lisa tem um grande valor? Ou até mesmo: por que as obras de Shakespeare são tão famosas e tidas como as melhores do mundo? E até: por que várias músicas do Beatles são tão prestigiadas?
Para começar, é importante relacionar quais elementos tornam uma obra de arte tão glamorosa. Quanto à Mona Lisa e as peças de Shakespeare, podemos notar algo semelhante: um elemento novo até então. Por exemplo: na Mona Lisa, há o sfumato. Nas peças mais famosas de Shakespeare, há técnicas ímpares para o teatro, como, p. exemplo, em Hamlet: o teatro no teatro. As músicas dos Beatles possuem ritmos e melodias pioneiros. Mas será que é apenas um elemento novo que faz uma obra ficar em destaque?
Além da distribuição e divulgação de uma obra, coisas que contribuem bastante para a sua fama, há também outro item: a forma como a obra é criada e, assim, como ela sobrevive depois de anos. Este item é mais aplicado na literatura, onde diversos romances permanecem prestigiados mesmo depois de muito tempo escritos, por terem um valor social e emocional ainda muito presente no ser humano, como as peças de Shakespeare.
Além disto tudo, quando uma obra influencia outras por conter coisas novas e quando essa mesma obra possui aspectos que atraiam o espectador por algum motivo (seja motivacional, de reflexão, ou outro), ela então se torna valiosa pelos que gostaram.


Betty September 16, 2011
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